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Entre Congresso e STF, Lula joga jogo de xadrez.
Entre o STF e o Congresso: Lula joga xadrez com o povo de olho no cofre
O governo federal ensaia mais um passo arriscado no tabuleiro da política nacional. Após reuniões tensas com líderes do Congresso, como Davi Alcolumbre e Hugo Motta, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que vai recuar parcialmente da alta do IOF — uma vitória parcial para o Legislativo. No entanto, o alívio durou pouco: a solução apresentada foi uma medida provisória que aumenta outros tributos para compensar a perda de arrecadação. Em outras palavras, muda-se a etiqueta, mas o preço continua alto.
Na superfície, o governo tenta mostrar que ouve o Parlamento. Nos bastidores, a estratégia é clara: manter o controle fiscal sem abrir mão da arrecadação. O impacto inicial do decreto era estimado em R$ 19,1 bilhões; com os ajustes, caiu para R$ 12 bilhões. Mas a conta continua sendo paga por quem já está sufocado por impostos.
O que chama atenção é o jogo de forças. O Executivo sabe que pode contar com o Supremo Tribunal Federal em eventuais embates jurídicos. Mas, e o Congresso? E o povo?
A decisão de Haddad de lançar mão de aumentos tributários num momento de economia desaquecida revela mais do que pragmatismo técnico — revela a dificuldade do governo em manter sua base aliada unida sem causar atrito com a opinião pública. A base parlamentar, já instável, reage mal às decisões unilaterais. E o contribuinte, cada vez mais informado, também não se cala.
Lula pode até vencer no STF. Mas se perder no Congresso e cair em descrédito com a população, a vitória será amarga e de curto prazo. O povo não quer um governo que apenas equilibre contas — quer um governo que equilibre justiça social com responsabilidade fiscal.
No fim das contas, o que se vê é um governo que, mesmo com boa vontade de parte da sociedade, ainda peca pela falta de articulação política madura. E num país em que a paciência do povo com os impostos está por um fio, qualquer jogada mal calculada pode custar muito mais que bilhões — pode custar apoio, estabilidade e capital político.
O cerco se fecha em Brasília: partidos da própria base do presidente Lula recorrem ao Supremo Tribunal Federal para impor uma derrota ao próprio governo. Não é a oposição. São aliados. E isso diz tudo.
Mesmo tendo recorrido ao STF em busca de apoio, o presidente terá de se ajoelhar politicamente diante de Hugo Motta e Rodrigo Pacheco, presidentes da Câmara e do Senado, numa tentativa desesperada de manter o mínimo de governabilidade. O que se vê é um chefe do Executivo encurralado, sem margem de articulação e com o poder escoando pelos dedos.
Os três partidos da base que protocolaram uma Ação Declaratória de Constitucionalidade para manter a suspensão do aumento do IOF mostram que o próprio governo já perdeu o comando da sua articulação. O gesto não é apenas jurídico — é simbólico: Lula perdeu o controle da pauta econômica no Congresso e precisa agora negociar, não com adversários, mas com aliados que já não o reconhecem como líder incontestável.
O Palácio do Planalto já não dita o ritmo nem o conteúdo das decisões mais relevantes da República. O Congresso, empoderado, assume o protagonismo. E o presidente, mesmo diante da toga do Supremo, não encontra abrigo. A governabilidade se esfarela entre decisões mal calculadas, alianças frágeis e uma base parlamentar cada vez mais fragmentada.
A pergunta que ecoa nos corredores da política nacional é direta, cortante e inevitável: vai dar impeachment ou tudo acabará em mais uma grande pizza?
Taxa sobre taxa. Governo Lula arrecada muito
dinheiro. Lula está na Argentina. Ah, se ele aprendesse como eles, a inflação do Brasil poderia voltar ao normal. Mas o “Hélio de laço” só quer acabar com os pobres como sempre e usá-los como moeda eleitoral.
TAXA SOBRE TAXA: O GOVERNO LULA E A INSACIÁVEL SEDE POR IMPOSTOS
O Brasil atingiu, em pleno mês de julho de 2025, a marca de R$ 2 trilhões arrecadados em impostos, segundo o Impostômetro. Um dado que, por si só, escancara a voracidade do Estado brasileiro, especialmente sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que parece confundir crescimento econômico com arrecadação desenfreada.
Enquanto a população se sufoca com a alta carga tributária, o chefe do Executivo está na Argentina, assistindo de longe os brasileiros pagarem a conta de um governo que gasta muito e entrega pouco. Em vez de aproveitar o encontro com o presidente Javier Milei para aprender algo sobre austeridade fiscal, responsabilidade administrativa e liberdade econômica, Lula parece cada vez mais distante de qualquer agenda que beneficie o contribuinte.
O Brasil não tem problema de falta de recursos, mas sim de má gestão, desperdício e corrupção sistêmica. O número bilionário em tributos arrecadados seria mais do que suficiente para transformar a realidade do país, se não fosse desviado por estruturas ineficientes e inchadas de apadrinhados políticos.
O discurso de “justiça social” e “Estado forte” virou desculpa para sustentar castas privilegiadas, enquanto o trabalhador mal consegue fechar o mês com dignidade. O brasileiro paga imposto até para morrer, e agora ainda é penalizado com mais taxas, mais obrigações, mais burocracia. A promessa de “volta do Brasil feliz de novo” virou a crônica do país empobrecido de sempre.
Se Lula ao menos olhasse com seriedade para o que Milei está fazendo na Argentina – enfrentando corporações, reduzindo ministérios, cortando privilégios e enxugando o Estado –, talvez entendesse que governar não é apenas discursar em palanques, mas respeitar quem sustenta o país: o povo pagador de impostos.
Chegou a hora do Brasil debater seriamente uma reforma tributária verdadeira, que reduza a carga sobre quem trabalha e produz, e não mais um remendo que mantenha a farra de Brasília. O Impostômetro grita a verdade que o Planalto insiste em ignorar: o Brasil não precisa de mais impostos — precisa de mais vergonha na cara.
Deputado Neilton Diógenes ignora a posse de Alain Silveira. Apodi poderá ter dois candidatos à Assembleia Legislativa. Ouvido ao chão.
DEPUTADO NEILTON IGNORA POSSE DE ALIADO E ESCANCARA DISTANCIAMENTO NO GRUPO POLÍTICO
Em um gesto que repercutiu nos bastidores da política potiguar, o deputado estadual Neilton Diógenes (PP) não compareceu à cerimônia de posse do ex-prefeito Alan Silveira (MDB), realizada nesta segunda-feira (1º), em Natal. A ausência chamou atenção por não se tratar apenas de uma falta de agenda, mas de um evidente distanciamento político entre dois antigos aliados que já governaram juntos como prefeito e vice-prefeito.
Nos corredores da política, a leitura é direta: quando um aliado não prestigia a volta do outro à cena institucional, algo está fora de sintonia. Neilton e Alan já dividiram palanque e responsabilidades administrativas, mas hoje o cenário é outro. A ausência do parlamentar justamente em um momento simbólico — o retorno de Alan a um cargo de expressão — escancara as rachaduras de um grupo que já foi considerado coeso.
Este jornalista tem informação de que, nas eleições do próximo ano, pelo menos quatro ex-prefeitos deverão entrar na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa. Dois deles bem próximos de nós: Alan Silveira e Bibiano. O jogo de 2026 começou, e os times já começam a entrar em campo.
Inclusive, circulam rumores nos bastidores de que Apodi poderá surpreender com dois candidatos a deputado estadual: o próprio Neilton, que buscará a reeleição, e Alan Silveira, atual secretário estadual do governo Fátima Bezerra (PT), que deverá colocar seu nome para disputar seu primeiro mandato parlamentar.
Neilton, por sua vez, segue alinhado ao grupo político do prefeito Allyson Bezerra, de Mossoró — nome hoje em evidência no estado, apontado nos bastidores como uma das apostas para a sucessão estadual, impulsionado por sua popularidade e estilo de gestão.
A política potiguar, mais uma vez, mostra que alianças são passageiras, e que nas entrelinhas das ausências estão os verdadeiros sinais de como cada peça se movimenta no tabuleiro. Alan e Neilton hoje caminham em direções diferentes, e 2026 pode oficializar esse divórcio político.
Ex-prefeita Shirley Targino integra a equipe do prefeito Allyson Bezerra e afirma: “Vim para somar.”
SHIRLEY TARGINO ASSUME SECRETARIA DE AÇÃO SOCIAL POR MÉRITO E COMPETÊNCIA
A nomeação de Shirley Targino para a Secretaria de Ação Social de Mossoró não é um gesto político vazio, tampouco manobra eleitoral como tentam insinuar alguns setores da oposição. É, na verdade, o reconhecimento público do mérito de uma mulher com vasta experiência administrativa, sensibilidade social e histórico de serviços prestados à população do interior potiguar.
Ex-prefeita de Messias Targino, Shirley não chega à gestão municipal por acaso. Chega a convite do prefeito Allyson Bezerra por sua capacidade de articulação, por seu legado nas políticas públicas de assistência e por um currículo que fala por si. Sua trajetória a credencia para somar forças a uma administração que tem transformado Mossoró em referência estadual de gestão moderna, socialmente comprometida e humanizada.
A crítica que tenta transformar uma nomeação técnica e legal em escândalo político soa mais como desespero eleitoral do que como denúncia fundamentada. A lei é clara: não há impedimento algum para nomeações antes do período vedado, e qualquer pré-candidatura futura de Shirley deverá respeitar o prazo legal de desincompatibilização. Fora isso, tudo é especulação, narrativa e tentativa de minar um governo que segue avançando.
Shirley Targino não entra em cena para fazer politicagem. Entra para servir. E isso faz toda a diferença.
A Prefeitura Municipal de Mossoró segue em ritmo acelerado. Através da Secretaria de Agricultura, realizou visitas aos agricultores da zona rural, fortalecendo o diálogo e acompanhando de perto as demandas do campo.
SEADRU mostra compromisso com o campo e realiza vistorias em comunidades rurais de Mossoró. Desde o dia 30, a Prefeitura, por meio da Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural, está percorrendo diversas localidades para verificar perdas na lavoura e garantir o direito dos agricultores familiares ao Garantia Safra.
As visitas técnicas seguem até o dia 7 e devem beneficiar 30 famílias. Nesta terça (1º), foram vistoriadas as comunidades de São José I, Santa Rita de Cássia, Solidão e Fazenda Nova. Em São José I, por exemplo, a seca impediu a colheita do milho e permitiu apenas sete litros de feijão, resultado considerado mínimo.
Cleiton Dantas, diretor da Seadru, explicou que os laudos técnicos estão sendo elaborados com base na realidade de cada produtor, para assegurar justiça e dignidade aos que mais precisam.
A atuação da Prefeitura tem sido reconhecida pela presença direta no campo e pela atenção com quem sustenta Mossoró com o suor da roça. É respeito, escuta e compromisso com o povo do interior.
LULA PERDE NO CONGRESSO E CORRE PRO STF: QUEM MANDA AQUI?
O Congresso rejeitou o aumento do IOF. Lula perdeu. Mas ao invés de respeitar a decisão dos deputados, correu para o
STF tentando anular a vontade do povo.
Se o Supremo aceitar, é melhor fechar o Congresso e entregar a chave ao Planalto.
Lula precisa entender que ele não é Deus. O Brasil é uma democracia, não um reinado de decisões judiciais sob medida.
Enquanto a picanha prometida não chega, o que aumenta é o imposto.
E se Davi, Lira, Colombo ou Hugo Motta tivessem coragem, já teriam desenengavetado o impeachment — e o povo aplaudiria de pé nas ruas.
#ImpostoNão #RespeiteOCongresso #LulaNãoÉDeus #ForaAutoritarismo #DemocraciaResiste
QUANDO O CONGRESSO VOTA, MAS LULA QUER MANDAR MAIS DO QUE TODOS
Derrotado na Câmara, o governo do PT resolveu apelar ao Supremo Tribunal Federal para tentar manter o decreto que aumentava o IOF. O Congresso rejeitou. A maioria dos deputados disse não. Mas Lula, como quem não aceita perder, tenta judicializar o fracasso político e governar por decreto e decisão judicial.
É mais uma tentativa descarada de atropelar a soberania do Legislativo, como se a vontade do povo, expressa por seus representantes, pudesse ser anulada por conveniência política. Se o Supremo aceitar essa provocação, abre-se um precedente gravíssimo: o de um Judiciário que se torna extensão do Executivo, passando por cima de um Congresso eleito democraticamente.
Se o STF embarcar nesse delírio autoritário, é melhor que o presidente da Câmara entregue a chave do Parlamento e que o Senado feche suas portas. Porque não fará mais sentido legislar num país em que a palavra final vem do chefe do Executivo, chancelada por uma corte que deveria ser guardiã da Constituição, e não guarda-costas de um presidente.
Essa postura revela o traço autoritário de um governo que não sabe lidar com os freios institucionais. Lula precisa entender que ele não é Deus. Governar é dialogar, é aceitar derrotas e respeitar os limites impostos pela democracia. A ideia de governar por meio de decisões judiciais é um insulto à separação dos poderes.
Enquanto a picanha prometida não vem, o que chega à mesa do povo é mais imposto. O grito da população ecoa no Congresso, mas Lula tenta calá-lo no Supremo. Se isso não é autoritarismo disfarçado de legalidade, é o quê?
Tenha calma, petista. O Brasil ainda tem Congresso. E o povo, por enquanto, ainda pode dizer não.
E se Davi, Lira, Colombo ou Hugo Motta tivessem coragem, desenengavetavam o impeachment de Lula agora — e o povo ia pras ruas aplaudir de pé.
📣 MOSSORÓ DÁ LIÇÃO DE INCLUSÃO!Enquanto muitos ainda discursam, a Câmara Municipal de Mossoró age. Com coragem e sensibilidade, o Legislativo acompanha de perto a capacitação dos auxiliares do Projeto Incluir, que garante apoio real a crianças com deficiência e TEA nas escolas públicas da cidade.
CÂMARA DE MOSSORÓ DÁ EXEMPLO DE COMPROMISSO COM A INCLUSÃO E A EDUCAÇÃO HUMANIZADA
Num momento em que o país inteiro clama por políticas públicas eficazes voltadas às pessoas com deficiência, a Câmara Municipal de Mossoró se antecipa e mostra que é possível transformar discursos em ações concretas. Prova disso é o acompanhamento direto do Legislativo à capacitação dos auxiliares de salas do Projeto Incluir, uma iniciativa que representa um marco na luta pela inclusão escolar e pela dignidade de crianças e adolescentes com deficiência e Transtorno do Espectro Autista (TEA).
A formação, que ocorre entre os dias 30 de junho e 4 de julho, demonstra o zelo dos vereadores não apenas pela aprovação de projetos, mas também pelo acompanhamento das etapas que garantem a efetividade da lei. É importante destacar que o Projeto Incluir não surgiu por acaso: ele foi idealizado, debatido e aprovado com unanimidade pela Casa, no último mês de abril, exatamente na data em que se celebra o Dia Mundial de Conscientização do Autismo — uma sinalização clara de que a Câmara de Mossoró está atenta às demandas sociais mais urgentes.
A presença de vereadores como Petras Vinícius na abertura da capacitação, no Teatro Municipal Dix-huit Rosado, não é apenas simbólica: é um gesto de empatia e responsabilidade pública. Significa que o parlamento mossoroense não se limita a votar leis em gabinetes, mas desce ao chão da realidade para garantir que as boas ideias se tornem práticas efetivas.
A proposta do Projeto Incluir é clara: garantir apoio especializado a estudantes da rede municipal de ensino que, por muitos anos, foram deixados de lado ou tratados com descaso. A Câmara compreendeu o papel transformador da educação inclusiva e vem atuando com firmeza para consolidar uma política educacional mais justa, acessível e sensível às diferenças humanas.
Mossoró ganha, a educação avança, e as famílias sentem que não estão mais sozinhas. Essa é a nova cara de um Legislativo atuante, sensível e comprometido com as causas do povo. Que outras casas legislativas do Brasil se inspirem nesse exemplo. Porque onde há respeito à diversidade, há também um futuro mais justo e igualitário sendo construído.
✅ Pela manhã, os vereadores Petras Vinícius e Tiago Marques marcaram presença no Teatro Dix-huit Rosado, reforçando o compromisso com a causa. E à tarde, Tiago seguiu acompanhando de perto a implementação da inclusão nas escolas da rede municipal.
🔎 Não se trata apenas de criar leis, mas de garantir que elas saiam do papel e transformem vidas.
Mossoró está mostrando ao Brasil que é possível construir uma educação mais humana, justa e acessível.
📌 Inclusão se faz com atitude, não com promessas.
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Governo Fátima, do PT, tem licitação suspensa pelo TCE. Há indícios de fraude. Está na hora de a Assembleia Legislativa se posicionar contra o governo e a favor do povo.
Se a Assembleia Legislativa não estivesse de joelhos, o impeachment já teria acontecido faz tempo.
O Governo Fátima Bezerra, que deveria honrar a confiança do povo, virou um espetáculo de escândalos sucessivos, com uma estrutura montada para blindar irregularidades, abafar investigações e governar o Estado como se ainda estivéssemos nos tempos do coronelismo. Com 16 a 17 dos 24 deputados na palma da mão, a governadora parece acreditar que pode tudo — inclusive ignorar os limites da lei e da moralidade pública.
A mais nova denúncia, vinda diretamente do Tribunal de Contas da União (TCU), escancara o que já se tornou padrão: uma licitação de R$ 50 milhões foi suspensa por indícios graves de irregularidades. O objeto? O aluguel de 21 mil Chromebooks para a rede estadual. Um contrato que, se concretizado, poderia ser mais um episódio de desperdício ou desvio de verba pública — travestido de investimento em educação.
O que se vê é um modelo de governo cada vez mais parecido com o de uma oligarquia disfarçada de gestão popular. O controle sobre a base aliada, o silêncio dos órgãos de fiscalização locais e a lentidão do Ministério Público Estadual em reagir às denúncias tornam o cenário ainda mais revoltante. O Palácio de Despachos, em vez de governar com responsabilidade, parece agir com a tranquilidade de quem sabe que será protegido a qualquer custo.
A educação, que deveria ser prioridade, tornou-se moeda de troca política. Enquanto isso, alunos seguem sem estrutura, professores enfrentam precarização e a população assiste, de braços cruzados, ao sucateamento das instituições públicas. O que deveria ser um programa de inclusão digital virou alvo de suspeitas — e não é a primeira vez.
É preciso coragem para dizer: o Governo Fátima perdeu o rumo. E o Estado do Rio Grande do Norte já não suporta mais esse tipo de gestão onde a impunidade é regra e a transparência, exceção. O povo potiguar, tão sofrido, merece mais que discursos vazios e contratos suspeitos.
A história cobrará. Mas até lá, quantos milhões ainda serão comprometidos? Quantas licitações precisarão ser suspensas? E até quando a Assembleia Legislativa vai manter a cabeça baixa diante de tantos escândalos?
O governo se sustenta hoje porque confia no silêncio cúmplice da maioria dos deputados. Mas a democracia não foi feita para servir aos governantes — ela existe para servir ao povo. E o povo já entendeu que, enquanto não houver reação, seguirá pagando a conta de uma gestão que brinca de governar.
