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por Wilton Medeiros

Taxa sobre taxa. Governo Lula arrecada muito

dinheiro. Lula está na Argentina. Ah, se ele aprendesse como eles, a inflação do Brasil poderia voltar ao normal. Mas o “Hélio de laço” só quer acabar com os pobres como sempre e usá-los como moeda eleitoral.

TAXA SOBRE TAXA: O GOVERNO LULA E A INSACIÁVEL SEDE POR IMPOSTOS

O Brasil atingiu, em pleno mês de julho de 2025, a marca de R$ 2 trilhões arrecadados em impostos, segundo o Impostômetro. Um dado que, por si só, escancara a voracidade do Estado brasileiro, especialmente sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que parece confundir crescimento econômico com arrecadação desenfreada.

Enquanto a população se sufoca com a alta carga tributária, o chefe do Executivo está na Argentina, assistindo de longe os brasileiros pagarem a conta de um governo que gasta muito e entrega pouco. Em vez de aproveitar o encontro com o presidente Javier Milei para aprender algo sobre austeridade fiscal, responsabilidade administrativa e liberdade econômica, Lula parece cada vez mais distante de qualquer agenda que beneficie o contribuinte.

O Brasil não tem problema de falta de recursos, mas sim de má gestão, desperdício e corrupção sistêmica. O número bilionário em tributos arrecadados seria mais do que suficiente para transformar a realidade do país, se não fosse desviado por estruturas ineficientes e inchadas de apadrinhados políticos.

O discurso de “justiça social” e “Estado forte” virou desculpa para sustentar castas privilegiadas, enquanto o trabalhador mal consegue fechar o mês com dignidade. O brasileiro paga imposto até para morrer, e agora ainda é penalizado com mais taxas, mais obrigações, mais burocracia. A promessa de “volta do Brasil feliz de novo” virou a crônica do país empobrecido de sempre.

Se Lula ao menos olhasse com seriedade para o que Milei está fazendo na Argentina – enfrentando corporações, reduzindo ministérios, cortando privilégios e enxugando o Estado –, talvez entendesse que governar não é apenas discursar em palanques, mas respeitar quem sustenta o país: o povo pagador de impostos.

Chegou a hora do Brasil debater seriamente uma reforma tributária verdadeira, que reduza a carga sobre quem trabalha e produz, e não mais um remendo que mantenha a farra de Brasília. O Impostômetro grita a verdade que o Planalto insiste em ignorar: o Brasil não precisa de mais impostos — precisa de mais vergonha na cara.

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