A Unidade Básica de Saúde José Erivan, por meio da equipe 2 coordenada pelo enfermeiro Gilson Mesquita, realizou mais uma ação de saúde que aproximou profissionais e comunidade, oferecendo serviços essenciais de forma acolhedora e preventiva. Durante a atividade, foram realizados testes de glicemia (HGT), aferição de pressão arterial, testes rápidos, além de encaminhamentos para PSA — um passo importante para a detecção precoce de doenças que afetam a saúde masculina. A equipe também promoveu orientações com o dentista Dr. Miguel, que reforçou os cuidados bucais e participou da entrega de kits odontológicos. A ação incluiu ainda a distribuição de kits preventivos, com preservativos e materiais educativos, reforçando o compromisso com a promoção da saúde e a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis. Ao todo, foram realizados mais de 50 testes rápidos e distribuídos mais de 50 kits. A secretária municipal de Saúde, Anacélia Freitas, destacou a importância da iniciativa: “Esse trabalho mostra que a saúde de Serra do Mel vai além das paredes das unidades. Nós chegamos onde as pessoas estão, ouvimos, orientamos e construímos juntos uma comunidade mais saudável. Cada atendimento representa cuidado, respeito e presença.” Para o enfermeiro Gilson, o momento foi de compromisso com a população: “Estar perto da nossa gente e oferecer atendimento de qualidade faz toda a diferença. É assim que fortalecemos a prevenção e garantimos mais saúde para todos”.
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Enganado o senador Rodrigo Pacheco diz a Lula que deixará a vida pública
AMARGANDO A POSSIBILIDADE DE UMA DERROTA EM 2026, o senador Rodrigo Pacheco comunicou a Lula que não disputará o Governo de Minas Gerais e que deixará a política em 2027 para retornar à advocacia. Portais de notícias do país informam que ele abandonará a vida pública decepcionado com o aliado, vendo ruir o sonho de integrar o STF. Diante do temor da rejeição nas urnas, tenta transformar a retirada em gesto de autonomia. Durante anos, Pacheco serviu ao Executivo no Senado, permitindo que o governo ampliasse sua influência sobre outros Poderes. Ao ser preterido, recebeu de Davi Alcolumbre a frase de consolo: “Lula pagará caro”. A declaração parece mais tentativa de acalmar o aliado do que força real. Pacheco percebeu tarde que nunca foi prioridade no jogo político do Planalto. Enquanto isso, Lula fortalece seu domínio ao escolher ministros do STF que lhe ofereçam confiança absoluta, reduzindo o Congresso a papel secundário. No quarto mandato, já deu sinais de que considera o Supremo seu principal apoio, deixando o Legislativo em posição figurativa. Quando um presidente se apoia apenas em um poder, a democracia se estreita. O Brasil corre risco de avançar para um modelo de concentração autoritária, onde instituições enfraquecidas servem apenas como cenário. A saída de Pacheco simboliza o fim de um projeto pessoal. Ele abandona a política, mas o país permanece diante de um perigoso desequilíbrio institucional.
CONTRA A TRANSPARÊNCIA: Vereadores da base recuam e mantêm veto do prefeito a lei que ampliaria transparência em contratos terceirizados
A sessão desta Quarta-feira na Câmara Municipal de Icapuí evidenciou mais uma vez o distanciamento entre discurso e prática, quando o assunto é transparência na gestão pública. Por 5 votos a 4, o plenário decidiu manter o veto do prefeito à Lei nº 040/2025, que obrigaria todas as empresas terceirizadas, OSs e associações contratadas pelo município a apresentarem relatórios detalhados de despesas, item por item, tornando mais claro para a população como o dinheiro público é utilizado.
A votação expôs uma mudança brusca de posição entre parlamentares da própria base aliada, que antes havia aprovado o projeto quando ele tramitou na Casa.
Quem votou contra o veto
Os vereadores que se mantiveram firmes em defesa da transparência foram:
Helio Fernandes
Thiago
João Paulo
Socorro
Lucas
Os cinco votaram de forma coerente com a decisão anterior da Câmara, defendendo que a lei traria mais segurança jurídica, mais controle social e mais clareza sobre os contratos que envolvem milhões de reais da população.
Quem votou a favor do veto
Já os vereadores:
Romário
Herminha
Silvânio
Eurivan
votaram favoravelmente ao veto do prefeito — indo contra o próprio voto anterior, quando haviam aprovado a medida na sessão passada. O recuo repentino levantou questionamentos sobre a motivação que fez parte da base mudar de lado exatamente no momento em que a lei chegaria às mãos da população.
O que estava em jogo
A Lei nº 040/2025 não criava gastos, não impunha obstáculos administrativos e tampouco interferia na autonomia da gestão. Ela apenas determinava que as empresas contratadas pelo município apresentassem um relatório claro, discriminando itens como:
serviços prestados
materiais adquiridos
despesas administrativas
custos operacionais
valores efetivamente pagos
Um instrumento simples, direto e amplamente utilizado em municípios que adotam boas práticas de governança.
Ao derrubar a lei, a Câmara — por apenas um voto — deixou de garantir um mecanismo básico de transparência que permitiria, inclusive, prevenir irregularidades, rastrear possíveis superfaturamentos e impedir que contratos milionários sigam sem qualquer detalhamento para o contribuinte.
O recuo da base e a mensagem enviada à população
O episódio desta quarta deixou claro que, quando o tema envolve fiscalização mais rigorosa sobre contratos sensíveis, a base governista prefere se alinhar ao Executivo do que manter o compromisso assumido quando aprovou o projeto pela primeira vez.
A mudança de postura, sem justificativa consistente, passa à população a mensagem de que a transparência pode ser flexibilizada conforme a conveniência política do momento.
Enquanto isso, a oposição mostrou unidade e coerência ao defender que o dinheiro do povo deve ser tratado com clareza — e que nenhuma gestão séria precisa temer relatórios simples sobre onde e como gasta seus recursos.
QUANDO O CONGRESSO DECIDE: MOTTA E DERRITE VENCEM NA NOITE DE HOJE
A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta terça-feira (18.nov.2025), o PL Antifacção, consolidando uma vitória política do presidente da Casa, Hugo Motta, e do relator Guilherme Derrite. O projeto endurece as penas contra organizações criminosas e institui o Marco Legal do Combate ao Crime Organizado. A proposta recebeu 370 votos favoráveis, 110 contrários e 3 abstenções, demonstrando apoio expressivo ao texto. Um dos pontos mais debatidos foi mantido: a divisão dos recursos provenientes de bens apreendidos entre União, Estados e Municípios. Apesar da resistência do governo federal, a maioria decidiu preservar o dispositivo. A aprovação reforça o movimento do Congresso para ampliar instrumentos de enfrentamento às facções e avançar no combate estruturado ao crime no país. Agora, o projeto segue para análise do Senado.
O BRASIL ASSISTIRÁ A QUALQUER MOMENTO À PRISÃO DO EX-PRESIDENTE
A partir desta terça-feira, a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro poderá ser decretada. O novo acordo firmado no Supremo Tribunal Federal autoriza decisões imediatas quando houver risco às investigações, criando um clima de tensão que envolve o país inteiro. A sensação é de que cada movimento institucional carrega um peso profundo, como se o país estivesse prestes a atravessar uma porta que não poderá mais ser fechada.
Paralelamente, uma operação da Polícia Federal revelou um esquema de fraudes no INSS, com descontos indevidos e contratos irregulares que atingiram aposentados e pensionistas. Entre os investigados está um ex-ministro que já comandou o órgão e agora responde por prejuízos que ferem diretamente a população mais vulnerável. A descoberta aprofunda a percepção de insegurança, como se a confiança nas estruturas públicas estivesse sendo corroída por dentro.
O contraste entre os dois casos provoca inquietação. De um lado, a iminência da prisão de um ex-chefe de Estado; de outro, suspeitos de desviar recursos essenciais que seguem em liberdade. A sociedade observa tudo com expectativa, cansaço e uma sensação de injustiça acumulada ao longo dos anos, esperando que as decisões sejam firmes e coerentes.
O país vive um momento decisivo. A possibilidade de um desfecho histórico, somada à cobrança por respostas sobre os desvios na Previdência, revela um tempo de incertezas profundas. Cada passo do processo jurídico tem repercussão emocional e política, sinalizando que nada voltará a ser como antes.
O governo Lula gastou R$ 345 mil para trazer ao Brasil uma ex-primeira-dama estrangeira enquanto o país se desfaz na vida real. Os Correios estão quebrados, as estatais afundadas em dívidas, os serviços básicos caindo aos pedaços e o povo sofrendo nas filas dos hospitais, esperando por um atendimento que nunca chega. É um governo que olha para fora enquanto esquece quem realmente precisa aqui dentro. Em vez de resolver os problemas da casa, prefere gastar com quem vem de longe, como se fugir da própria responsabilidade fosse solução.
A saúde está pedindo socorro, o povo trabalha, paga imposto e não vê retorno. Mesmo assim, o governo insiste em assuntos que não mudam a vida de ninguém, como se enxergasse só o que convém. E por que isso acontece? Porque 85% do Congresso está nas mãos do Planalto, acomodado, fechado com o governo e sem coragem de cobrar o que precisa ser cobrado. Com essa proteção, ninguém é pressionado a mudar nada.
Enquanto isso, quem acorda cedo e luta pela vida vive esquecido: pega fila, perde consulta, espera remédio, vê o dinheiro sumir e ainda tem que assistir ao país sendo usado como palco para decisões que não ajudam o brasileiro comum. O povo pede solução, mas o governo entrega abandono.
Copo 31 orgulho para o Brasil representando o Ceará o deputado federal José Airton
O deputado federal José Airton Cirilo, um orgulho para o Ceará, se encontra em Belém do Pará, participando da COP 30 e representando o Brasil na reunião da União Interparlamentar Internacional (UIP). No encontro, parlamentares de diversos países discutem as contribuições concretas dos legislativos para enfrentar as questões climáticas mais urgentes do planeta. Entre os presentes, estão Airton Faleiro (PA), Elcione Barbalho (PA), Laura Carneiro (RJ), Jack Rocha (ES), Reimont (RJ), Camila Jara (MS), Carlos Zarattini (SP) e Valmir Assunção (BA), além da deputada estadual Maria do Carmo (PA) e uma expressiva delegação de parlamentares brasileiros e internacionais comprometidos com a agenda socioambiental global.
A DIREITA QUE ENTREGA A ELEIÇÃO
A nova pesquisa Quaest expõe um paradoxo que a direita brasileira finge não ver. Enquanto Lula enfrenta desgaste entre os independentes — 43% de aprovação contra 52% de desaprovação — quem deveria fazer oposição se esconde atrás de discursos vazios e votações silenciosas. A direita que diz enfrentar o governo é a mesma que, nos corredores, entrega os votos que o Planalto precisa para pavimentar a reeleição. Estratégia? Não. Instinto de sobrevivência.
Enquanto Lula manda reformar a Papuda e mantém o discurso de que Bolsonaro deve “pagar”, parcelas do campo conservador se ajoelham ao governo para garantir emendas, cargos e espaços. É a oposição que trabalha, na prática, como base auxiliar, permitindo que o governo avance sem resistência real. A esquerda joga unida; a direita se rende antes do jogo começar.
Essa rendição estratégica tem um custo: quem paga é o povo, que vive a falta de medicamentos, a queda dos serviços públicos e a ausência de liderança que o represente de fato. A direita, fragmentada e movida por vaidades, não constrói projeto. Constrói conveniências.
Se nada mudar, Lula não será reeleito pela força do governo — mas pela covardia estratégica de uma oposição que se diz gigante, mas ajoelha quando o Planalto chama pelo nome.
Nesta quarta-feira (12/11), o deputado federal José Airton Cirilo (PT/CE) recebeu em seu gabinete os estudantes participantes do Programa Estágio-Visita da Câmara dos Deputados: Letícia Veras (CE), Vivian Proença (RJ) e os paraibanos Endrey Medeiros, Eduardo Confessor e João Victor Maia.
Para o deputado José Airton, foi uma grande satisfação conversar com os estudantes participantes do Programa Estágio-Visita da Câmara dos Deputados. Com carinho especial, destacou Letícia Veras, estudante de Direito da UNIFOR, indicada por seu mandato para o programa, disse o parlamentar.
“Letícia me presenteou com uma linda caneca regionalizada e personalizada — um gesto que representa o orgulho e a identidade do nosso Ceará. Fico muito feliz em ver a juventude comprometida com o futuro da política e da nossa democracia”, destaca José Airton.
