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Governadora Fátima poderá não renunciar o mandato

por Wilton Medeiros

A FUGA DA DIREITA E O CONTRASTE QUE O ELEITOR ENXERGA

A direita potiguar brincou com a expectativa do eleitor até onde deu. Rogério Marinho alimentou a ideia de candidatura, tensionou o debate público e deixou aliados acreditarem que haveria enfrentamento direto nas urnas. No momento decisivo, recuou. Preferiu o conforto de Brasília, sob o argumento de “coordenar campanha presidencial”, e empurrou para a linha de frente um aliado exposto, transformando Álvaro Dias em bucha de canhão. Faltou coragem para encarar o povo e sobrou cálculo pessoal. O eleitor percebe quando é enganado.

O contraste com o campo progressista é evidente. Fátima Bezerra, mesmo diante de impasses institucionais e de um vice que não demonstra disposição para assumir o governo, não terceirizou o enfrentamento. Segundo bastidores, há disposição de reorganizar o jogo, abrir mão de projetos pessoais e até colocar sua fiel escudeira na disputa ao Senado, se isso significar ir às ruas, sustentar o debate e enfrentar o voto popular. É uma postura política clara: não se esconder quando o cenário aperta.

Enquanto a direita recua e se abriga no discurso confortável, a esquerda sinaliza resistência e presença. Política não é promessa vazia nem jogo de cena. É risco, exposição e compromisso com o eleitor. Quem foge do voto direto pode preservar mandato, mas perde credibilidade — e sem credibilidade não há projeto que se sustente.

Nota do Blog

Em meio a esse cenário, um nome cresce de forma consistente: Allyson Bezerra. Enfrentando interesses poderosos, com postura firme e discurso direto, Allyson aparece disparado em pesquisas internas e externas, citadas por diferentes caciques da política do Rio Grande do Norte, como um dos nomes mais fortes para a disputa ao Governo do Estado. O eleitor já começou a separar quem foge do confronto de quem encara o desafio de frente.

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