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Isaac da casca deverá representar o segmento evangélico para disputar uma vaga na Câmara Federal do Estado

por Wilton Medeiros

O jogo político no Rio Grande do Norte começa a se desenhar com mais clareza, e os movimentos de bastidores indicam que nomes com identidade popular voltam a ser observados com atenção. Entre eles, ganha destaque o ex-vereador e ex-deputado estadual Isaac da Casca, figura conhecida no interior do estado e reconhecida por sua atuação direta na agricultura, especialmente na cadeia produtiva da castanha de caju. É dessa realidade que vem sua principal bandeira: a compra e o fortalecimento da comercialização da casca de castanha, atividade que garante renda e dignidade a milhares de famílias nordestinas.

Isaac não fala de longe. Ele conhece o chão rachado do sertão, a luta de quem vive da terra e a importância de políticas públicas que cheguem onde o Estado muitas vezes não alcança. Sua trajetória sempre esteve ligada ao trabalho, à produção e ao diálogo com pequenos agricultores e trabalhadores do campo, segmentos historicamente esquecidos no debate nacional.

Nesse contexto, o Podemos, a pedido do seu presidente nacional, Pastor Everaldo, tem convocado Isaac para representar o segmento evangélico no Rio Grande do Norte. O movimento ocorre em um momento sensível: Mossoró, segunda maior cidade do estado, segue sem representação própria na Câmara Federal, o que enfraquece a defesa dos interesses regionais e a busca por investimentos estruturantes.

Mossoroense de origem e de vivência, Isaac da Casca coloca seu nome à disposição para avaliação popular, num cenário em que cresce o cansaço com representantes distantes da realidade do povo. O que está em jogo não é apenas uma candidatura, mas a possibilidade de devolver voz a uma região que produz, trabalha e sustenta parte importante da economia potiguar.

Nota do blog: Isaac da Casca tem nome, tem história, tem coragem e conhece o Nordeste como poucos. Se Deus e o povo quiserem, pode ir longe e ajudar a reconstruir uma representação popular, com a cara do povo, o sotaque nordestino e o compromisso de quem nunca virou as costas para sua origem.

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