AUXILIARES MAIS PRÓXIMOS A LULA INDICAM URGÊNCIA NA ESCOLHA DO NOVO MINISTRO DO STF
Assessores e aliados do presidente Lula defendem que a indicação do novo ministro do Supremo Tribunal Federal ocorra ainda este ano. A demora pode gerar instabilidade jurídica e abrir espaço para pressões políticas. A ausência de um integrante no tribunal tende a provocar empates em julgamentos e sobrecarregar os demais ministros, o que preocupa o Planalto.
Nos bastidores, auxiliares lembram que prolongar o impasse alimenta disputas entre alas do próprio governo e partidos aliados. Lula, experiente em leituras de cenário, sabe que adiar a decisão pode enfraquecer o controle político e desgastar sua imagem em um momento de retomada de popularidade.
A estratégia defendida é definir rápido, mas com critério. O novo ministro deverá reunir credibilidade técnica, equilíbrio e sensibilidade política — atributos indispensáveis para manter a harmonia entre os Poderes. Entre os nomes que circulam com mais força estão o advogado-geral da União, Jorge Messias, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.
Para os conselheiros presidenciais, o ideal é concluir a indicação antes do recesso parlamentar. Assim, Lula demonstraria firmeza, garantiria estabilidade institucional e mostraria que segue no comando das grandes decisões do país.

