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BRASIL VIVE O SINAL AMARELO
O caso de Paulo Gonet, que perdeu o direito de entrar nos EUA com passaporte português, revela um cenário inquietante: as autoridades brasileiras estão sob vigilância internacional e se tornam reféns da chamada “lei magnífica”.
Não há celas de ferro, mas há muros invisíveis: vistos cancelados, restrições de mobilidade, portas fechadas no exterior. Hoje, ministros como Alexandre de Moraes, esposas e familiares já sentiram o peso dessas sanções.
O recado é claro: o Brasil vive o sinal amarelo. A liberdade de circular e representar o país no mundo já não depende apenas de cargos ou títulos, mas da leitura global sobre a conduta de suas autoridades. E, como alertou Donald Trump, “ainda vem mais”.

