OS ESTADOS UNIDOS EXPÕEM O STF: A SOBERANIA É DO POVO, NÃO DOS MINISTROS
O subsecretário da Diplomacia Pública dos Estados Unidos, Darren Beattie, fez declarações contundentes nesta quarta-feira (6 de agosto de 2025) ao denunciar os flagrantes abusos de poder cometidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Beattie, Moraes é o “principal arquiteto do complexo de censura e perseguição direcionado a Bolsonaro e seus apoiadores”.
Ainda de acordo com Beattie, os abusos de direitos humanos atribuídos ao ministro renderam-lhe uma sanção do tipo Global Magnitsky, aplicada anteriormente por ordem do ex-presidente Donald Trump. Esse tipo de sanção é reservado a casos graves de violação dos direitos fundamentais.
Além disso, o diplomata norte-americano afirmou que os aliados de Moraes dentro do Supremo estão sendo fortemente aconselhados a não auxiliar nem encorajar o comportamento autoritário do magistrado. A fala é um recado direto não só ao ministro, mas também aos que, no Brasil, sustentam silenciosamente essa postura.
Enquanto isso, o Congresso Nacional se cala diante de um Supremo cada vez mais controlador, e o Executivo segue a mesma trilha: Lula, em vez de enfrentar o caos das tarifas internacionais e defender os interesses nacionais, prefere liberar verbas para manter o Congresso silenciado, numa tentativa de conter o povo que geme sob o peso da inflação, do desemprego e da censura.
O colapso tarifário causado por medidas externas dos EUA já afeta setores produtivos, e milhares de trabalhadores estão sendo demitidos em Minas Gerais e outras regiões. Férias coletivas, falências e cortes de contratos tornaram-se a nova realidade. Mesmo assim, nenhum gesto concreto parte do Planalto ou do Congresso para reagir. Só resta ao povo uma saída: ir às ruas e exigir que a soberania popular seja respeitada.
O recado internacional é claro: não há democracia sem limites institucionais, e o poder pertence ao povo, não a ministros que se julgam acima de Deus.

