Início » O Brasil acordou 

O Brasil acordou 

por Wilton Medeiros

REAJA, BRASIL! AINDA HÁ TEMPO — MAS A DEMOCRACIA ESTÁ EM JOGO

O Brasil vive um dos momentos mais sensíveis e perigosos da sua história democrática. O país desperta. As ruas falam. As vozes se multiplicam. A tensão aumenta a cada dia. Mas a pergunta que não cala é: de que lado está o Congresso Nacional?

Neste fim de semana, uma multidão histórica ocupou a Avenida Paulista e dezenas de capitais brasileiras, atendendo à convocação do pastor Silas Malafaia. Não foi um evento partidário. Foi um clamor popular por justiça, liberdade e equilíbrio entre os poderes. Diante da multidão, Malafaia disse o que muitos pensam: “Alexandre de Moraes é um ditador de toga”.

Hoje, o ministro do STF acumula funções incompatíveis com a democracia: ele acusa, julga, prende, bloqueia, censura. É promotor, juiz, delegado e parte interessada — tudo em uma única toga. A Constituição, que deveria ser guardada e aplicada, vem sendo ignorada em nome de uma suposta defesa da democracia. Mas democracia que precisa ser imposta com censura e prisão, já não é democracia — é controle.

Enquanto isso, David Alcolumbre, presidente do Senado Federal, permanece em silêncio. Ignora os vários pedidos de impeachment que repousam sobre sua mesa. Evita pautar a anistia para os presos políticos. Não fala, não reage, não representa. O povo pede uma resposta do Senado, e recebe omissão.

O Brasil está à beira de um colapso institucional. E o mundo observa.

Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump aplicou a chamada “Lei Magnitsky”, um instrumento legal que permite sanções contra autoridades estrangeiras que violem direitos humanos ou pratiquem abusos de poder. A mensagem foi clara: os EUA não se curvam ao autoritarismo — e o Brasil também não deveria.

Enquanto Trump aplica leis, Lula negocia o Brasil em mesas de boteco. Conversas de bar, articulações obscuras, trocas de favores. O futuro da nação sendo tratado como moeda política em balcões de bodega. O Brasil virou mercadoria de conveniência.

Agora, o ponto de virada chegou.

Ou o Congresso age imediatamente — pautando o impeachment de Lula e aprovando a anistia — ou assume para a história que está contra o povo. Se continuar em silêncio, se continuar omisso, o Congresso se tornará irrelevante.

Se Lula for reeleito em 2026, o Brasil viverá, na prática, o fechamento do Congresso Nacional. Deputados, senadores, prefeitos e vereadores continuarão existindo — mas apenas como enfeites. As decisões serão tomadas entre o Executivo e o STF. Governaremos por decretos. Por imposição. Por imposição judicial.

Não haverá mais freios. Não haverá mais vozes. Não haverá mais representação real.
O Brasil será governado por um só lado.

Tudo isso porque alguns figurantes, como os próprios ministros do STF, querem ser blindados para sempre, enquanto mais de 200 milhões de brasileiros continuam expostos, calados, esquecidos.

Mas o povo acordou.
E o povo não quer ser espectador da própria ruína.

Postagens relacionadas