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Lula come jabuticaba e não pensa em fazer acordo com isso o Brasil fica pra trás 

por Wilton Medeiros

📉 EUA e União Europeia avançam. O Brasil? Segue sendo explorado até pela Venezuela.

Enquanto a União Europeia e os Estados Unidos assinam um dos maiores acordos comerciais da história recente — envolvendo mais de US$ 1,3 trilhão entre investimentos e compras estratégicas —, o Brasil permanece à margem, governado por discursos ideológicos vazios e alianças que mais lembram favores políticos do que parcerias de Estado.

A UE irá investir US$ 600 bilhões nos EUA e, em contrapartida, comprará mais de US$ 750 bilhões em produtos energéticos e militares norte-americanos. Sim, mesmo com tarifas de 15% aplicadas aos seus próprios produtos, a Europa preferiu investir em previsibilidade, segurança e crescimento econômico — enquanto o Brasil segue brincando de revolução bolivariana.

E não para por aí. Até a Venezuela está explorando o Brasil. O “amigo” de Lula, Nicolás Maduro, está vendendo energia ao Brasil com lucros de até 70%, transformando Roraima numa espécie de refém diplomático. Isso é mais do que dependência energética: é submissão ideológica.

O presidente do Brasil deveria seguir o exemplo de líderes pragmáticos: fechar acordos, proteger os interesses nacionais e abrir mercados. Mas Lula parece disposto a tudo, menos isso. Seu prazer está em destruir o que ainda resta da estabilidade econômica e conduzir o país ao colapso — como se fosse possível transformar uma potência continental num pedaço isolado da antiga URSS.

Cuba e Venezuela são países minúsculos, menores do que muitos estados brasileiros. Ainda assim, Lula insiste em copiá-los. Mas o Brasil não cabe nesse molde fracassado — e não aceitará ser governado como tal.

O Congresso precisa acordar. O país está sendo dilapidado em nome de uma ideologia que já faliu em todo o mundo. O tempo da omissão acabou. Ou reagimos agora, ou assistiremos a história repetir sua tragédia — desta vez em solo brasileiro.

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