Início » O senador do Rio Grande do Norte, dono do PL, exclui Mossoró das emendas de bancada mais uma vez. A pergunta que não quer calar: se isso não é perseguição política à população mossoroense, é o quê? Aliás, só lembrando que esse cidadão quer ser governador do Estado. Ponto.

O senador do Rio Grande do Norte, dono do PL, exclui Mossoró das emendas de bancada mais uma vez. A pergunta que não quer calar: se isso não é perseguição política à população mossoroense, é o quê? Aliás, só lembrando que esse cidadão quer ser governador do Estado. Ponto.

por Wilton Medeiros

Mossoró paga o preço da ambição política do senador do RN, dono do PL

A exclusão de Mossoró das emendas coletivas da bancada federal do Rio Grande do Norte não é um simples descaso: é perseguição política declarada. Ele ambiciona o governo estadual e atua nos bastidores para sufocar a cidade, cortando recursos fundamentais para saúde, educação e infraestrutura.

Enquanto Natal e sua região metropolitana recebem investimentos robustos, Mossoró — segundo maior colégio eleitoral do estado — é deixada de lado, vítima de um cálculo eleitoral frio e implacável. O objetivo é claro: enfraquecer as lideranças locais e desmobilizar a força política da cidade para abrir caminho ao seu projeto de poder.

Os moradores de Mossoró estão pagando a conta de um jogo de bastidores que sacrifica vidas e oportunidades em nome da ambição pessoal. Essa estratégia perversa não apenas ameaça a qualidade de vida da população, mas expõe um modelo de política que coloca interesses individuais acima do bem comum. Mossoró resiste, mas não pode ser refém de quem a persegue por conveniência eleitoral.

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