Em vídeo gravado por este jornalista, o vereador Cabo Deyvison, atual representante da Câmara Municipal de Mossoró, reafirmou seu compromisso de continuar trabalhando em benefício da população. O parlamentar destacou que sua atuação tem sido marcada por uma oposição responsável, pautada na fiscalização rigorosa e na defesa da transparência nos atos do Poder Público. Segundo ele, fazer oposição não é torcer contra a cidade, mas cobrar resultados, apontar falhas quando necessário e contribuir com propostas que fortaleçam as políticas públicas. Questionado sobre a possibilidade de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Cabo Deyvison afirmou que qualquer decisão dependerá da vontade de Deus, do alinhamento com o partido e, principalmente, do sentimento do povo. Disse que não há definição no momento, mas que está à disposição para novos desafios caso esse seja o entendimento coletivo. Ao final, o vereador agradeceu a confiança da população e garantiu que seguirá de cabeça erguida, firme em sua missão de representar Mossoró com responsabilidade, compromisso e dedicação.
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Nesta terça-feira a prefeitura da Ordem de serviço no bairro Sumaré
A Prefeitura de Mossoró dá, nesta terça-feira, um novo passo na agenda de obras voltadas ao esporte e ao lazer. Às 17h, na Avenida Carlos Jerônimo Xavier, será assinada a ordem de serviço para a construção do complexo esportivo do bairro Sumaré — uma intervenção aguardada por moradores que há anos reivindicam mais espaços públicos de convivência.
O projeto reúne quadra de basquete, campo society, playground infantil, passarelas pavimentadas e acessíveis, área verde e estacionamento organizado. A proposta é transformar uma área subutilizada em um polo de integração comunitária, onde crianças, jovens e idosos possam compartilhar o mesmo espaço com segurança e dignidade.
Com investimento anunciado de R$ 1.628.000,00 e área total de 3.526,04 m², a obra será executada de forma integrada pelas secretarias de Infraestrutura, Programas e Projetos Estratégicos, Serviços Urbanos e Esporte. A gestão municipal destaca que o complexo seguirá normas de acessibilidade, garantindo inclusão real e não apenas discurso formal.
Mais que concreto e alambrados, o equipamento representa uma tentativa de fortalecer vínculos sociais em uma região populosa da cidade. Em tempos em que o debate sobre ocupação de espaços urbanos ganha relevância, investir em esporte é também investir em prevenção, cidadania e futuro. Resta agora acompanhar prazos, execução e qualidade da entrega — porque a comunidade do Sumaré não espera apenas anúncio, espera resultado.
Há algo que o discurso oficial insiste em repetir, mas que o cotidiano de Mossoró desmente todos os dias: a governadora Fátima Bezerra vem vendendo explicações há anos enquanto a cidade continua esperando soluções reais.
A recente crítica ao prefeito Allyson Bezerra sobre o terreno do IERN soa menos como gestão e mais como narrativa política. Porque, enquanto o governo aponta justificativas, a população continua aguardando promessas antigas que nunca saíram do papel — entre elas a tão falada reforma do terminal rodoviário, cartão-postal de abandono que há anos simboliza o descaso com quem chega e com quem parte da cidade. O próprio governo já admitiu problemas estruturais e estudos para concessão, mas sem prazo concreto para solução.
E esse não é um caso isolado. Mossoró acumula anúncios, visitas, agendas e discursos — mas carece de presença efetiva. Quando a governadora aparece, muitos enxergam mais marketing do que gestão. Mais explicações do que entregas. Mais narrativa do que realidade.
Enquanto a propaganda institucional fala em avanços, o que se vê nas ruas é espera. Espera por obras prometidas. Espera por investimentos anunciados. Espera por atenção contínua — não apenas em momentos politicamente estratégicos.
O problema deixou de ser administrativo e tornou-se simbólico: Mossoró sente que foi lembrada mais para justificar atrasos do que para receber prioridades.
E o sentimento popular é claro — oito anos de governo se aproximam do fim, e a avaliação que fica para muitos é dura: um ciclo que prometeu transformação, mas que, na percepção de quem vive aqui, deixou um estado exausto, cheio de pendências e estruturas deterioradas para quem vier depois.
Governadora, Mossoró não precisa de novas versões. Precisa de presença, compromisso e entrega. Porque promessa repetida demais vira apenas conversa — e conversa não reforma rodoviária, não recupera estruturas e não muda a vida de ninguém.
Na política, o símbolo do barco afundando representa a perda de rumo, de comando e de sustentação. Em Icapuí, terra da canoa veloz, essa imagem tem sido cada vez mais associada ao cenário atual da gestão municipal.
Eleito em 2024 com o discurso de derrotar oligarquias e promover renovação administrativa, o prefeito chegou ao poder sustentado por uma ampla frente política. O empresário Júnior Medeiros foi peça estratégica na vitória. A família Paes indicou o vice-prefeito Bruno Paes, um dos primeiros apoiadores do projeto. Segmentos sociais diversos aderiram ao discurso de mudança. Mas a base que garantiu a eleição começou a se desfazer rapidamente.
O primeiro rompimento veio com Júnior Medeiros, um dos principais articuladores da campanha. Na Câmara Municipal, a base governista encolheu de nove dos onze vereadores para apenas cinco. Na quinta-feira anterior ao Carnaval, o desgaste se aprofundou com a saída do vice-prefeito Bruno Paes, de sua mãe vereadora e de todo o grupo político familiar. Também deixaram a base a vereadora Socorro Tiago e aliados que agora se reorganizam politicamente.
O novo bloco de oposição se articula ao lado de lideranças estaduais, como o presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, Romeu Aldigueri, enquanto crescem rumores de que o vereador Sidivânio Honório, de Redonda, também não acompanhará o grupo do prefeito.
A crise política se soma à institucional. O gestor é alvo de investigação do Ministério Público e enfrenta uma CPI em andamento na Câmara Municipal. Um ano após a posse, a renovação prometida ainda não se concretizou. Saúde e educação enfrentam dificuldades, promessas como o hospital de R$ 50 milhões e a casa de apoio em Fortaleza não saíram do papel, e obras em execução ainda são atribuídas a convênios firmados na gestão do ex-prefeito Raimundo Lacerda.
Com aliados desembarcando, investigações avançando e resultados ausentes, a percepção pública é direta: o barco administrativo de Icapuí está à deriva — e barco sem direção não chega ao destino prometido.
Nos bastidores de Brasília, o movimento do presidente da Câmara, Hugo Motta, começa a ganhar contornos cada vez mais claros — e politicamente calculados. Sob o discurso público de equilíbrio institucional, a prática indica outra direção: evitar qualquer embate real com o governo Lula e abrir caminho para pautas de interesse do Planalto, especialmente aquelas de forte apelo social e eleitoral.
A estratégia, segundo interlocutores do Congresso, não é movida por afinidade ideológica, mas por sobrevivência política. Em ano de rearranjos eleitorais, Motta parece mais interessado em garantir espaço, cargos, influência e abrigo para aliados do que em liderar um Parlamento independente. O cálculo é pragmático: manter boa relação com o Executivo significa ampliar poder, proteger bases e pavimentar a própria reeleição.
Nesse jogo, direita e esquerda observam em silêncio desconfortável. Parlamentares que se apresentam como oposição ao governo assistem à condução de uma pauta que tende a favorecer o Planalto, enquanto temas potencialmente explosivos — CPIs sensíveis, enfrentamentos institucionais ou agendas que possam constranger o Executivo — permanecem fora do radar. O Centrão, historicamente guiado pelo pragmatismo, reafirma sua natureza: não é trincheira ideológica, é espaço de negociação.
O resultado prático é previsível. Ampliação de programas, fortalecimento do assistencialismo e, possivelmente, novas pressões fiscais para sustentar essa engrenagem política. No fim da equação, a conta tende a recair sobre o contribuinte, como já ocorreu tantas vezes na história recente.
Trocam-se personagens, reorganizam-se alianças, ajustam-se discursos — mas o roteiro permanece familiar. O Congresso mantém o controle do tabuleiro, o governo avança quando encontra terreno livre, e o eleitor observa um sistema que parece girar sempre em torno dos mesmos interesses.
No teatro político nacional, mudam-se os figurantes. O cenário, porém, continua o mesmo.
Prefeitura Municipal de Mossoró entrega uma nova obra nesta segunda-feira
A Prefeitura de Mossoró realizará, na próxima segunda-feira (23), a entrega oficial da Unidade de Ensino Infantil (UEI) Noeme Borges, localizada no bairro Dom Jaime Câmara, após passar por uma ampla revitalização estrutural.
A obra foi executada por meio de uma ação conjunta da Secretaria Municipal de Educação (SME) e da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), com o objetivo de garantir melhores condições de ensino, conforto e segurança para alunos e profissionais da unidade.
A reforma contemplou a recuperação completa do prédio, com intervenções voltadas à correção de problemas estruturais e à prevenção de novos danos, além da modernização dos ambientes escolares. A unidade agora conta com climatização em todos os espaços e estrutura totalmente acessível, assegurando inclusão e melhores condições de aprendizagem para as crianças atendidas.
Com a revitalização, a UEI Noeme Borges passa a integrar o conjunto de equipamentos educacionais modernizados pelo município, fortalecendo a política de investimentos na rede pública de ensino infantil e ampliando a oferta de espaços adequados ao desenvolvimento pedagógico.
A entrega da unidade representa mais um passo da gestão municipal na requalificação da infraestrutura educacional, com foco na melhoria da qualidade do ensino e no bem-estar da comunidade escolar mossoroense.
A comunidade de Mutamba foi palco de uma intensa movimentação política em Icapuí na sexta-feira, 20 de fevereiro. O galpão local se transformou em espaço de reencontros, discursos e sinais claros de reorganização das forças políticas do município. O encontro, liderado pelo ex-prefeito Raimundo Lacerda Filho ao lado da ex-primeira-dama Rhaysa Medeiros, reuniu aliados, lideranças e representantes comunitários em uma mobilização que ultrapassou o simbolismo e evidenciou articulações estratégicas para o futuro político local.
Estiveram presentes o pré-candidato a deputado federal Fernando Santana e o pré-candidato a deputado estadual Fran Zé Carneiro. Também participaram os vereadores João Paulo Rebouças e Hélio Fernandes Rebouças, além de lideranças regionais e integrantes da comitiva, incluindo o vice-prefeito da cidade de Choro. O ambiente foi marcado por forte mobilização, mas também pela reafirmação de vínculos históricos com a população, demonstrando que a articulação política permanece ativa e em constante movimento.
Em seu discurso, Raimundo Lacerda Filho adotou tom firme e pessoal, agradecendo a Deus, relembrando sua trajetória administrativa e destacando que liderança não depende apenas de mandato, mas de presença e capacidade de mobilização. Fernando Santana reforçou o compromisso com Icapuí e a continuidade de projetos estruturantes, enquanto Fran Zé Carneiro defendeu ações concretas para o desenvolvimento local.
O encontro sinaliza mais do que uma simples reunião política: aponta para uma reconfiguração de forças e a expectativa de novos ciclos no município.
O deslocamento deste jornalista e de sua esposa até Mutamba contou com o apoio da Aviação Icapuí, sob a condução do empresário Cláudio Vieira, referência regional em transporte terrestre e suporte logístico com eficiência e qualidade.
Icapuí viveu, neste sábado, um momento de emoção e memória ao celebrar o aniversário do seu primeiro prefeito e atual deputado federal José Airton Félix Cirilo. A homenagem ocorreu na comunidade de Mutamba, na casa onde nasceu, reunindo familiares, amigos e importantes lideranças políticas em um ambiente marcado por gratidão e reconhecimento.
Estiveram presentes o presidente da Câmara Municipal, Normando Silva, acompanhado dos ex-vereadores Camundo e Cláudio Roberto, além do presidente do diretório municipal do PT, Caetano, que reafirmou o apoio da sigla ao projeto de reeleição em 2026. A presença das lideranças evidenciou a unidade política em torno de uma trajetória que se entrelaça com a própria história de emancipação do município.
Entre os familiares, destacou-se Chico Cirilo, um dos irmãos mais velhos do parlamentar e ex-secretário de Obras de Icapuí, reconhecido por sua contribuição à gestão pública local. A família Paz esteve representada pelo vice-prefeito Bruno, pela vereadora Armênia e por Gilson da Paz, patriarca e um dos fundadores do município ao lado do saudoso Raimundo Lacerda. As ex-vereadoras Marjorie Lacerda e Fátima Lacerda, irmã do deputado, também marcaram presença.
Durante o momento de agradecimento, José Airton expressou gratidão a Deus, à família e aos amigos pela caminhada construída ao longo dos anos.
NOTA DO BLOG — Este jornalista parabeniza o deputado federal José Airton Félix Cirilo e deseja que seu aniversário se repita por muitos e muitos anos, com saúde, paz e prosperidade.
“Até aqui nos ajudou o Senhor.” (1 Samuel 7:12)
Icapuí viveu, neste sábado, um momento de emoção e memória ao celebrar o aniversário do seu primeiro prefeito e atual deputado federal José Airton Félix Cirilo. A homenagem ocorreu na comunidade de Mutamba, na casa onde nasceu, reunindo familiares, amigos e importantes lideranças políticas em um ambiente marcado por gratidão e reconhecimento.
Estiveram presentes o presidente da Câmara Municipal, Normando Silva, acompanhado dos ex-vereadores Camundo e Cláudio Roberto, além do presidente do diretório municipal do PT, Caetano, que reafirmou o apoio da sigla ao projeto de reeleição em 2026. A presença das lideranças evidenciou a unidade política em torno de uma trajetória que se entrelaça com a própria história de emancipação do município.
Entre os familiares, destacou-se Chico Cirilo, um dos irmãos mais velhos do parlamentar e ex-secretário de Obras de Icapuí, reconhecido por sua contribuição à gestão pública local. A família Paz esteve representada pelo vice-prefeito Bruno, pela vereadora Armênia e por Gilson da Paz, patriarca e um dos fundadores do município ao lado do saudoso Raimundo Lacerda. As ex-vereadoras Marjorie Lacerda e Fátima Lacerda, irmã do deputado, também marcaram presença.
Durante o momento de agradecimento, José Airton expressou gratidão a Deus, à família e aos amigos pela caminhada construída ao longo dos anos.
NOTA DO BLOG — Este jornalista parabeniza o deputado federal José Airton Félix Cirilo e deseja que seu aniversário se repita por muitos e muitos anos, com saúde, paz e prosperidade.
“Até aqui nos ajudou o Senhor.” (1 Samuel 7:12)
Quando um infarto vira espera por regulação, o Estado já falhou. Em Mossoró, a denúncia feita por Canindé nas redes expõe uma ferida aberta: sua irmã deu entrada na UPA com quadro grave e aguarda transferência pelo SUS. O que deveria ser automático tornou-se uma corrida contra o relógio dentro de um sistema que não responde. Na saúde, minutos definem destinos. E o tempo não perdoa.
O drama escancara a fragilidade da gestão estadual. A regulação de leitos, instrumento criado para salvar vidas, transformou-se em barreira burocrática. Famílias relatam angústia, silêncio institucional e ausência de respostas concretas. Não é caso isolado — é sintoma de uma estrutura que perdeu eficiência.
O cenário fiscal agrava a crise. O Rio Grande do Norte ultrapassou o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal, consumindo mais de 56% da receita com pessoal, acima do teto de 49%. O ano começou com rombo bilionário. Quando o caixa entra no vermelho, quem sente é o paciente na maca.
Governadora, saúde não é discurso, é prioridade. Não se governa com marketing enquanto cidadãos aguardam vaga como se dependessem de sorte. A Assembleia, com 24 deputados, precisa agir. Fiscalizar não é favor; é dever.
O povo não é estatística. É gente que sofre, que perde, que clama. Se a política não proteger a vida, falha em sua essência.
Pobre Rio Grande do Norte… sem sorte.
