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O SILÊNCIO QUE INCOMODA E A MÍDIA QUE ESCONDE A VERDADE
O que mais incomoda a velha política mossoroense não são as palavras do prefeito Allyson Bezerra — é o seu silêncio. É a sua capacidade de trabalhar, de entregar, de agir sem precisar se curvar a conchavos, nem alimentar os vícios de uma elite política que há décadas saqueia o RN sob o manto da “democracia progressista”.
Allyson não pertence aos gabinetes climatizados da velha esquerda. Ele vem da roça, da luta, do povo. E por isso, toda vez que seu governo avança, a mídia paga com o dinheiro do povo esperneia. São os mesmos de sempre: colunistas que perderam influência, sites sustentados por verbas públicas generosas e vozes que vivem da desgraça alheia para manter suas páginas girando.
O episódio envolvendo o professor Etevaldo Almeida e a nomeação de Shirley Targino na Secretaria da Assistência Social virou, nas mãos dessa mídia contaminada, mais uma tentativa patética de criar um escândalo onde não existe. Trocas administrativas são normais em qualquer gestão séria. Shirley representa experiência e articulação — e sua chegada fortalece a administração. Mas quem vive preso ao clientelismo não suporta ver competência ocupando espaço.
E mais: essa mesma mídia que grita contra Allyson, convenientemente se cala quando deveria cobrar. Por que não pergunta à deputada estadual do PT, que se diz de Mossoró, o que ela trouxe de concreto para a cidade? Onde estão as emendas? Onde está o investimento? Cadê os recursos para saúde, educação, infraestrutura?
Por que essa imprensa paga não questiona a deputada federal do R.E.M. (Reinado da Esquerda Mossoroense) que enviou emendas para São Paulo, mas esqueceu a terra onde construiu seus votos? Por que não cobram dela o que tanto exigem do prefeito?
A verdade é simples: Allyson incomoda porque está mudando Mossoró de verdade. Obras estão sendo entregues, bairros estão sendo valorizados, comunidades esquecidas estão sendo ouvidas. E tudo isso sem escândalo, sem subserviência, sem rabo preso. A oposição grita, porque perdeu o palco. A mídia esperneia, porque perdeu a mamata. E o povo, esse sim, reconhece — e agradece.
Não se trata apenas de política. Trata-se de justiça. De equilíbrio. De um novo tempo que não aceita mais os acordos de bastidores, as trocas obscuras e o jogo sujo de sempre.
Deixem Allyson trabalhar. Ele está incomodando porque está acertando. E quando até o silêncio de um homem público vira motivo de ataque, é porque sua presença já ecoa mais forte do que o barulho das manchetes compradas.

