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LULA PERDE NO CONGRESSO E CORRE PRO STF: QUEM MANDA AQUI?

por Wilton Medeiros

O Congresso rejeitou o aumento do IOF. Lula perdeu. Mas ao invés de respeitar a decisão dos deputados, correu para o

STF tentando anular a vontade do povo.

Se o Supremo aceitar, é melhor fechar o Congresso e entregar a chave ao Planalto.

Lula precisa entender que ele não é Deus. O Brasil é uma democracia, não um reinado de decisões judiciais sob medida.

Enquanto a picanha prometida não chega, o que aumenta é o imposto.

E se Davi, Lira, Colombo ou Hugo Motta tivessem coragem, já teriam desenengavetado o impeachment — e o povo aplaudiria de pé nas ruas.

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QUANDO O CONGRESSO VOTA, MAS LULA QUER MANDAR MAIS DO QUE TODOS

Derrotado na Câmara, o governo do PT resolveu apelar ao Supremo Tribunal Federal para tentar manter o decreto que aumentava o IOF. O Congresso rejeitou. A maioria dos deputados disse não. Mas Lula, como quem não aceita perder, tenta judicializar o fracasso político e governar por decreto e decisão judicial.

É mais uma tentativa descarada de atropelar a soberania do Legislativo, como se a vontade do povo, expressa por seus representantes, pudesse ser anulada por conveniência política. Se o Supremo aceitar essa provocação, abre-se um precedente gravíssimo: o de um Judiciário que se torna extensão do Executivo, passando por cima de um Congresso eleito democraticamente.

Se o STF embarcar nesse delírio autoritário, é melhor que o presidente da Câmara entregue a chave do Parlamento e que o Senado feche suas portas. Porque não fará mais sentido legislar num país em que a palavra final vem do chefe do Executivo, chancelada por uma corte que deveria ser guardiã da Constituição, e não guarda-costas de um presidente.

Essa postura revela o traço autoritário de um governo que não sabe lidar com os freios institucionais. Lula precisa entender que ele não é Deus. Governar é dialogar, é aceitar derrotas e respeitar os limites impostos pela democracia. A ideia de governar por meio de decisões judiciais é um insulto à separação dos poderes.

Enquanto a picanha prometida não vem, o que chega à mesa do povo é mais imposto. O grito da população ecoa no Congresso, mas Lula tenta calá-lo no Supremo. Se isso não é autoritarismo disfarçado de legalidade, é o quê?

Tenha calma, petista. O Brasil ainda tem Congresso. E o povo, por enquanto, ainda pode dizer não.

E se Davi, Lira, Colombo ou Hugo Motta tivessem coragem, desenengavetavam o impeachment de Lula agora — e o povo ia pras ruas aplaudir de pé.

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