Início » Lula continua viajando, Fernando Haddad segue criando impostos, e quando o Congresso não se ajoelha, o governo impõe medidas provisórias. O Congresso não derruba, e quem paga a conta é o povo. Amanhã, mais uma viagem bancada com dinheiro público, sem resultados concretos, marcará mais um capítulo do governo Lula e sua equipe.

Lula continua viajando, Fernando Haddad segue criando impostos, e quando o Congresso não se ajoelha, o governo impõe medidas provisórias. O Congresso não derruba, e quem paga a conta é o povo. Amanhã, mais uma viagem bancada com dinheiro público, sem resultados concretos, marcará mais um capítulo do governo Lula e sua equipe.

por Wilton Medeiros

Ao longo dos três primeiros anos de seu terceiro mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve ultrapassar R$ 300 bilhões em gastos extraordinários — despesas realizadas fora das regras fiscais, sem controle rigoroso, nem transparência adequada. É dinheiro público sendo usado sem compromisso com a responsabilidade fiscal, enquanto o brasileiro comum vê a conta crescer no seu bolso.

O Congresso Nacional, que deveria fiscalizar e controlar esses abusos, se mostra conivente. Em vez de proteger o povo, aprova novos impostos, derruba medidas provisórias que interessam à sociedade e mantém privilégios enquanto corta investimentos em saúde, educação e infraestrutura. Deputados e senadores preferem manter o conforto de suas emendas parlamentares bilionárias do que exigir seriedade na gestão pública.

Enquanto isso, Lula segue viajando pelo mundo com comitivas numerosas, mas sem trazer resultados concretos para o Brasil. Prometeu “picanha e cerveja” ao povo, mas até agora não entregou nem arroz com feijão barato. Os discursos ideológicos e os acenos políticos não resolvem os problemas reais do país, apenas servem para manter a aparência de governo.

A verdade é que o país está à deriva. A população paga a conta da gastança, da propaganda e da omissão institucional. E Brasília — governantes, deputados e senadores — aplaude, de dentro do conforto de seus gabinetes, mais uma farra com o dinheiro do povo.

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