Alguns membros do Partido dos Trabalhadores (PT) têm sido acusados de utilizar a mídia de forma tendenciosa para tentar influenciar a opinião pública em Mossoró. No entanto, a população local já demonstra clareza sobre suas escolhas e interesses.
ALGUNS PETISTAS EM DESESPERO CRIAM NARRATIVAS FANTASIOSAS: A VERDADE SOBRE O CAMAROTE DO PREFEITO E O SUCESSO DO PINGO DA MEI DIA
A edição deste ano do Pingo da Mei Dia foi, mais uma vez, um verdadeiro espetáculo popular. Com segurança, organização e uma estrutura jamais vista, a festa arrastou multidões para o Corredor Cultural em Mossoró, projetando a cidade em nível estadual e nacional. Mas, como de costume, o sucesso incomoda. E quando a competência fala mais alto, os que vivem da velha política correm para tentar construir factóides — narrativas baratas de quem não tem mais argumento nem espaço.
Alguns blogueiros, provavelmente incomodados por não terem passado pela triagem do evento, tentaram polemizar a presença de convidados no camarote do prefeito Allyson Bezerra. O que não dizem — e isso é conveniente — é que por lá passaram, entre outros nomes, a deputada estadual Isolda Dantas, a militante petista Samanda Alves, ambos do Partido dos Trabalhadores, que brincaram, sorriram, tomaram refrigerante e se divertiram como qualquer outro cidadão. Ninguém foi barrado por partido político ou ideologia. Camarote, como em qualquer evento de grande porte, exige pulseira de acesso, credenciamento e organização — não gritaria e carteirada.
Essa tentativa de criar um “conflito político” é um teatro armado para a plateia da militância mais radical. A verdade é que não houve briga nenhuma. O que existe é incômodo. E o incômodo tem nome: Allyson Bezerra. Um prefeito jovem, do povo, que quebrou o ciclo de décadas dos mesmos sobrenomes no poder. Isso assusta os velhos caciques e seus porta-vozes oficiosos.
O uso de artistas renomados, como o humorista Tirulipa, não é “gasto desnecessário”, como alegaram os críticos. É investimento em economia criativa, turismo e visibilidade. A cidade lucra, o povo se diverte, e a marca de Mossoró se consolida no calendário cultural do país. Reclamar disso é, no mínimo, desconhecer a lógica de promoção de eventos e gestão pública moderna.
E para aqueles que ainda não entenderam como funciona o acesso ao camarote, vale lembrar um ensinamento bíblico, que serve muito bem nesses momentos. Está em Lucas 14:8-10:
“Quando fores convidado para uma festa, não te assentes no primeiro lugar, para que não aconteça de chegar alguém mais digno e te peçam para sair. Senta-te no último lugar e espera ser chamado para cima.”
Em resumo: em camarote só entra quem tem pulseira. Isso vale para todos, sejam petistas, jornalistas, artistas ou vereadores. O resto é dor de cotovelo disfarçada de “denúncia”.
O que vimos neste fim de semana foi uma cidade em festa, um povo celebrando, uma gestão que funciona — e uma oposição sem discurso, reduzida a fofoca de bastidor.
Mossoró já entendeu quem trabalha e quem atrapalha. E o povo, que tem memória, saberá escolher de novo.

