<p>🚩 TRANSPARÊNCIA ZERO: O CALVÁRIO DOS UNIVERSITÁRIOS DE ICAPUÍ</p>
<p>O jornalismo existe para iluminar os cantos escuros da gestão pública, e o que acontece hoje na ASSUMI (Associação dos Universitários de Icapuí) exige luz e respostas imediatas. Não se trata apenas de logística; trata-se de dignidade humana e responsabilidade com o dinheiro do povo. É um paradoxo administrativo: a entidade arrecada mensalmente, recebe repasses, mas o patrimônio é invisível. Sem sede, sem um computador, sem estrutura básica. Para onde flui esse recurso? O silêncio da diretoria não é apenas omissão; é um desrespeito a cada estudante que deposita ali seu esforço financeiro e sua confiança. Estudante não é mercadoria. Ver ônibus com mais de 70 pessoas, com jovens viajando em pé no trajeto para Mossoró, é constatar a negligência com a segurança. É um risco iminente de tragédia sob o olhar de quem deveria fiscalizar. A demanda cresceu, mas a gestão não acompanhou. A presidência da associação, em vez de acolher, blinda-se. O uso de bloqueios em grupos de comunicação e o tratamento com desprezo transformaram uma entidade representativa em um ambiente autoritário. Quem questiona é silenciado; quem precisa de respostas encontra o vazio. Ao Ministério Público, é imperativo exigir prestação de contas detalhada. Onde há recursos públicos e contribuição estudantil, deve haver transparência absoluta. Ao prefeito e aos vereadores, fica o questionamento: até quando o silêncio prevalecerá diante desse cenário? O transporte é um direito, não uma concessão. Os estudantes de Icapuí clamam por voz. A justiça não pode tardar enquanto jovens arriscam a própria segurança em busca de formação. Wilton Medeiros no Giro de 365°.</p>

